BOOK DO DIA –> História da Moda de Marco Sabino

O BOOK DO DIA é “História da Moda” de Marco Sabino, 415 págs. com fotos coloridas, editora Campus – Elsevier, à venda por R$ 150 no site da Livraria Cultura.

Marco Sabino é médico de formação, designer de acessórios por convicção e estudioso de moda por devoção. Neste volume, elaborado durante 2 anos de dedicação e pesquisa, o autor conduz os leitores pela história da moda, da pré-história até o século 20. E o faz com um texto fluente, rico de informações e sem afetação.

Logo na introdução do livro, disseca a necessidade humana de modificar a própria aparência –através de vestimentas, tatuagens, pinturas e adornos, entre outros recursos– para ostentar poder, seduzir, ou por simples prazer estético.

Confira algumas páginas do livro.

Retrato de Jeanne Antoinette Poisson, a Madame Pompadour (1721-1764)
A atriz Jane Fonda nos anos 70
Capas de revistas dos anos 80, com os estilistas Ney Galvão, Clodovil e modelos
Editorial na revista POP de agosto de 1973
A pintura facial nos rituais de Papua Nova Guiné e na passarela de Lidija Kolovrat, no ModaLisboa de 2005

BOOK DO DIA –> Glamour de Diana Vreeland

O BOOK DO DIA é uma nova seção que acaba de nascer aqui no MSF e pretende ser um  pequeno antídoto contra a monotonia e a mediocridade do mundo fashion. 

Assim, o primeiro BOOK DO DIA é “Glamour”de Diana Vreeland, com prefácio de Marc Jacobs, editora Cosac Naify. E por um motivo muito simples: Vreeland inventou para si mesma a profissão de editora de moda.

Ela dizia coisas maravilhosas como: “Não há nada mais aborrecido do que o narcisismo –a tragédia de ser apenas…eu. Qualquer um de nós é capaz disso.” 

Em uma ocasião, nos anos 70, Vreeland e o fotógrafo David Bailey iam fotografar um enorme diamante Winston (ela era louca por eles, dizia que sentia verdadeiro amor pelas pedras) para a revista Vogue.  Mas apesar de terem uma ótima modelo de mão (sim, existem modelos especializadas nisso), a foto não estava impactante, para o padrões de Vreeland. Então ela pensou: “…em nenhuma parte do mundo há um veio de qualquer pedra preciosa que não tenha a ver com negros. E eles ficam maravilhosos com joias… Então tive uma ideia: não a de usar uma mão negra, mas de pintar a mão branca que tínhamos –algo totalmente artificial– com tinta preta. O fato de a imagem ser absolutamente artificial fez toda a diferença.

Aqui você confere o resultado.